Apêndice 6 (Autenticação) ao Anexo de Tm à Oop 25 Abril

 

1) Para utilização nas Redes FOXTROT
2) Para utilização nas Redes LIMA

A autenticação consiste num procedimento obrigatório que visa garantir que a entrada de um posto na rede seja uma unidade das nossas forças. Os sistemas de autenticação mais simples, são os constituídos por tabelas com duas entradas. Normalmente o conteúdo das tabelas muda a intervalos de tempo relativamente curtos e previamente combinados, a fim de evitar que o IN consiga decifrar a autenticação. No 25 de Abril foram utilizadas sempre as mesmas tabelas, porque foi assumido que o IN não teria capacidade de as decifrar em tempo oportuno para se introduzir nas redes e tentar prejudicar as operações.

Apendice 6 pg1 de 1 001

 

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Apêndice 4 (Lista de códigos de Entidades) ao Anexo de Tm à OOp 25 Abril

Codificação e Descodificação de entidades

As observações e recomendações a fazer relativamente a esta lista de códigos, são as mesmas que constam do apêndice 3. Em todo o caso, reafirma-se a proibição de referências em claro a entidades ou outros elementos susceptíveis de fácil identificação pela escuta do IN. De referir que apesar de serem códigos relativamente simples, a sua utilização, prevista para um intervalo de tempo tão curto, não tornava previsível que o IN efectuasse a eventual descodificação em tempo oportuno.

Apendice 4 pg1 de 2

Apendice 4 pg2 de 2 

Apêndice 3 (Lista de códigos de objectivos e locais) ao Anexo de Tm à OOp 25 Abril

Codificação e Descodificação de objectivos e locais

A utilização de códigos destina-se a evitar, senão mesmo a proibir, referências em claro, de objectivos, entidades ou outros elementos susceptíveis de fácil identificação pela escuta do inimigo. Nas Instruções de Coordenação do Anexo de Transmissões, deve constar a forma correcta de como utilizar os códigos em vigor, seja qual for o meio de transmissão utilizado.

Apendice 3 pg1 001

Apendice 3 pg1 001

Apêndice 2 (Lista de códigos/indicativos das unidades) ao Anexo de Tm à OOp 25 Abril

Descrição:

1) Sector Norte – Agrupamento November

2) Sector Centro – Agrupamento Charlie

3) Sector Sul – Agrupamento Sierra

4) Sector de Lisboa – Agrupamento Lima

Durante as conversações via rádio era proíbido identificar as unidades pela sua sigla em claro. Sempre que houvesse necessidade de referir uma qualquer unidade, era obrigatório utilizar o código/indicativo correspondente. Todas as unidades que participaram no MFA em 25ABR, tinham um código atribuido, do qual só tomaram conhecimento através do conteúdo deste apêndice.

Notas:

1. As unidades estão agrupadas por sectores, correspondente à implantação territorial do Exército, que na altura era constituida por quatro Regiões Militares: Norte, Centro, Sul e Lisboa.

2. As redes foram constituidas em função da missão das unidades, conforme determinado na Ordem de Operações; as redes FOXTROT foram constituídas nessa base, mantendo os indicativos dos sectores a que pertenciam, por isso apresentarem a heterogeneidade de indicativos.

3. A rede LIMA apresenta um conjunto de indicativos homogéneo, porque só é constituida por unidades da RML e no cumprimento de missões dentro desta região militar.

 

 

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Apêndice 1 (Esquema das Redes Rádio) ao Anexo de Tm à OOp 25 de Abril

As redes Foxtrot 1 e 2 destinaram-se à ligação do Posto de Comando com as unidades não pertencentes à RML e que actuaram fora de Lisboa. As redes Lima foram destinadas à ligação do PC com todas as unidades que actuaram na região de Lisboa. De referir que as redes foram constituídas com base nas dotações das unidades, a saber: – E/R Racal TR28 para as ligações a distância; – E/R AVP-1, ou do mesmo tipo, para as ligações locais; – E/R das viaturas de Cavalaria. Deve entender-se por ligações locais, as respeitantes ao comando e controlo do movimento e da actividade operacional das sub-unidades dentro de cada unidade.

Notas:

a. Considerando que o TR28, bom para o Teatro de Operações africano, em Portugal não garantia a fiabilidade das comunicações, considerando a distância entre o PC e a maioria das unidades durante o seu deslocamento (inferior a 100Km), as unidades cujo movimento foi na direcção de Lisboa, foram discretamente seguidas por uma viatura civil com 1 ou 2 militares à paisana, que através do telefone civil e a intervalos regulares, foi informando o PC da forma como foi decorrendo o movimento da respectiva unidade.

b. Todas as redes rádio funcionaram em regime de rede dirigida, sendo o posto director o PC do MFA. À hora H, o PC entrou em escuta permanente em todas as redes. Os postos dirigidos só podiam contactar entre si mediante autorização do posto director.

 

2.1 APENDICE 1 ao Anexo A( TRANSMISSÕES)

2.2--APENDICE 1 ao Anexo A( TRANSMISSÕES