Heliógrafo Português m/938


Os heliógrafos portugueses foram fabricados a partir de 1930, inspirados no telégrafo de origem italiana (O M I), inicialmente nas Oficinas Gerais de Material de Engenharia e posteriormente na Fábrica Militar de Braço de Prata.

Dá-se a conhecer as instruções de funcionamento destes equipamentos, cujos fundamentos são comuns a todos os tipos de  heliógrafos
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4 comentários a “Heliógrafo Português m/938

  1. Exmos. Srs.:

    Somos um grupo de entusiastas da Alemanha que promovem Ciências Naturais para alunos do ensino secundário e jovens estudantes.
    Entre os nossos projectos actuais conta-se a comunicação óptica com heliógrafos. O objetivo deste projecto é ensinar os princípios físicos e ópticos por detrás desta tecnologia, e mostrar como este tipo de comunicação foi usada no século passado.
    Temos vindo a utilizar com sucesso heliógrafos portugueses do tipo 938C (números de série 116, 1489, 2580) em transmissão Morse, numa distância superior a 38,5km.
    Sabemos, através do V/ site, que o modelo 938C é baseado num heliógrafo italiano da OMI, e que foi fabricado na Fábrica de Braço de Prata, em Lisboa, entre 1920 e 1940.
    Estamos á procura de outras informações sobre a história do heliógrafo 938C, e ficariamos muito gratos por qualquer ajuda que nos possa dispensar nesse sentido, nomeadamente no que diz respeito a manuais, planos de construção, informações sobre a Fábrica de Braço de Prata, e uso de heliógrafos no Exército Português.

    Se fosse possível, seria mais fácil para nós comunicar em Inglês.

    Obrigado desde já pela V/ atenção.

    C/ melhores cumprimentos,

    Jörg Noack

  2. No meu tempo de escuteiro (Agrup. 46, CNE, Agualva-Cacém), aí entre 1978 e 1981, havia um número indeterminado (mas que seria de quase uma dezena) destes instrumentos na nossa arrecadação de material. Entre explorador sénior e caminheiro ainda fiz, com um grupo de companheiros, algumas experiências de comunicação com eles, na Quinta da Fonteireira, usando o código Morse… e a coisa funcionava.

  3. Em relação ao serviço heliógráfico Afonso do Paço diz-nos (pág. 256 do seu livro “As comunicações militares de relaçao”) que a partir de 1930 o serviço de guarnição, foi decaindo e em 1938 apenas havia um serviço diário de instrução que abrangia menos de uma dúzia de estações (pág.257).

    Tendo em conta que o heliógfrafo m/938 era de campanha, para que se construiu, nessa altura um heliógrafpo em Portugal em plena guerra civil espanhola? para guarnecer o nosso Exército perante a ameaça espanhola (se os republicanos ganhassem a guerra) ou para fornecer o Exército nacionalista espanhol ?

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