CTP – Mortos pela Pátria na GG


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2 comentários a “CTP – Mortos pela Pátria na GG

  1. Quando entro no Regimento de Transmissões, como ainda hoje aconteceu, paro sempre a observar o nome do Angelino Larangeiro, militar de Transmissões da minha aldeia (Vargos, concelho de Torres Novas) e dele converso com frequência com a sua sobrinha (Dona Vitória – 94 anos) que ainda vive na mesma casa.
    António Pena

  2. Nesta lápide, relativa aos mortos da Companhia de Telegrafiastas de Praça, (a unidade de Transmissões Permanentes da época, e de que o RTm é o herdeiro histórico), verifica-se um total de 33 mortos (o BTC teve 46), sendo 16 em França e 17 em Moçambique.
    A grande diferença em relação ao BTC é que os números de mortos nas duas frentes são muito próximos.
    Por outro lado morreram em França mais do dobro dos militares da CTP do que do BTC.

    Penso que a razão poderia ter sido a de o pessoal da CTP na Flandres ter sido dado de reforço aos Batalhões e Grupos para melhorar a qualidade do serviço nos respetivos CTm, ficando o seu pessoal mais à frente e, consequentemente em zonas de maior risco, do que o pessoal do BTC.

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