Um blogue da Comissão da História das Transmissões (CHT)
Nov152011
Telégrafo de Peniche
Telégrafos de tábuas, ou persianas, ou palhetas, de Francisco António Ciera.
Este era o telégrafo instalado em Peniche para comunicar com as Berlengas (circa 1900)
Junto apenas uma nota para observar que este telégrafo de palhetas de Ciera (inventado por Ciera no princípio do século XIX), para comunicação com as ilhas Berlengas, foi o exemplo que se conhece de maior persistência da telegrafia ótica em Portugal. De notar que a telegrafia elétrica, que exigia a montagem de linhas, ou seja, neste caso, cabo submarino, constituía uma solução muito cara, pelo que a substituição da telegrafia ótica neste caso só se veio a verificar pelo uso da TSF.
De notar ainda que a foto mostra a infraestrutura de apoio ao telégrafo onde actuava o operador. Deve ser das poucas que se conhecem (além da torre de Belem). No entanto a fotografia não permite distinguir onde se encontrava o óculo, elemento indispensável da telegrafia ótica.
Junto apenas uma nota para observar que este telégrafo de palhetas de Ciera (inventado por Ciera no princípio do século XIX), para comunicação com as ilhas Berlengas, foi o exemplo que se conhece de maior persistência da telegrafia ótica em Portugal. De notar que a telegrafia elétrica, que exigia a montagem de linhas, ou seja, neste caso, cabo submarino, constituía uma solução muito cara, pelo que a substituição da telegrafia ótica neste caso só se veio a verificar pelo uso da TSF.
De notar ainda que a foto mostra a infraestrutura de apoio ao telégrafo onde actuava o operador. Deve ser das poucas que se conhecem (além da torre de Belem). No entanto a fotografia não permite distinguir onde se encontrava o óculo, elemento indispensável da telegrafia ótica.